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EXEMPLO DE PAI


Quando Abraham Lincoln foi eleito presidente dos Estados Unidos, houve um forte constrangimento entre as classes dominantes. Afinal, ele era  filho de sapateiro e iria dirigir pessoas de famílias tradicionais.

Ao fazer seu primeiro discurso no senado, um político muito arrogante aproximou-se e disse: “Antes do Senhor começar, eu gostaria de lembrá-lo que o Senhor é filho de sapateiro”. E todos riram imediatamente. No fundo, todos queriam humilhá-lo, já que derrotá-lo não havia sido possível. Mas um homem como Lincoln é difícil de ser derrubado.

Ele, então, respondeu: “Obrigado por lembrar-me do meu pai neste momento. Eu procurarei ser um bom presidente tão bom quanto o
sapateiro que ele foi. Eu me lembro que meu pai sempre fez os sapatos de sua família, se os seus sapatos apresentarem algum problema, você pode trazê-los e eu os consertarei. Desde cedo aprendi a consertar sapatos e agora que meu pai é morto posso cuidar dos seus. Aliás, se algum de vocês, tiver um sapato feito pelo meu pai que esteja precisando de conserto pode trazer para mim. Mas de uma coisa estejam certos: eu não sou tão bom quanto ele”, e seus olhos se encheram de lágrimas ao
lembrar-se do pai.

Seja qual for a circunstância, o campeão sempre mantém o orgulho de si mesmo, de sua família e de seu trabalho.

Alguns homens acham que o sucesso deve ser medido pelo que temos e de onde viemos. Conheci meu pai apenas até os 12 anos quando faleceu e daí em diante fui ao encontro do meu verdadeiro PAI, DEUS…o PAI NOSSO…e descobri que enquanto muitos desonram seus pais achando que a forma de honrá-los é tendo algo para mostrar e deixar como herança física para os seus filhos, negligenciam o ensino mais importante…ser filho de Deus e ter orgulho disso mesmo quando as coisas não vão bem. Orgulhando-se das dificuldades que nos moldam que produzem caráter semelhante ao PAI. ME ORGULHO DA REVELAÇÃO DE SUA ESSÊNCIA MOLDANDO MEU CARÁTER COMO VERDADEIRO FILHO…ISSO PARA MIM É O SUFICIENTE SENHOR…obrigado Pai…

Alguns consideram que alguns pais, são bons homens para fazerem filhos, pois acreditam que o sofrimento e falta de algo são sinais de que este pai é apenas um bom reprodutor. Porém, muitos desses homens que dizem ter uma vida equilibrada e segura pelos bens que possui, mal conseguem manter seu próprio casamento, nem dar uma educação digna para seus filhos mesmo colocando na melhor escola. Nem mesmo levando todos os domingos para igreja conseguem evitar que seus filhos sejam pródigos dentro de suas casa e igreja. Homens mentirosos, mas não querem que seus filhos mintam… homens que não querem seus filhos no mau caminho, mas andam todos os dias no mau caminho. Homens que julgam outros pais por serem relapsos, mas não olham para dentro de sua casa para perceber sua negligência. Tem tudo e não tem nada para oferecer á suas famílias, pois são hipócritas…é claro que nem todos são assim, muitos têm tudo, mas não se baseiam no que tem para serem bons pais… pois suas vidas não estão pautadas no dinheiro, mas na integridade em ser como o PAI que revela seu traço mais forte… exemplo de vida e caráter.

Um dia ouvi algo muito interessante:

Deus seria um PAI péssimo se desse tudo que pedíssemos.

Assim, entendo que nem sempre ter é suficiente…o fundamental é ser. Quero ser um bom pai, como o SENHOR é para mim!

REFLEXÃO!

Será inútil dizer – “Pai Nosso” se em minha vida não tomo atitudes como filho de Deus.

Será inútil dizer  – “que estais nos céus” se os meus valores são representados pelos bens da terra.

Será inútil dizer – “santificado seja o vosso nome” se penso apenas em ser cristão por medo, superstição e comodismo.

Será inútil dizer – “venha a nós o vosso reino” se acho tão sedutora a vida aqui, cheia de supérfluos e futilidades.

Será inútil dizer – “seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu” se no fundo desejo mesmo é que todos os meus desejos se realizem.

Será inútil dizer – “o pão nosso de cada dia nos daí hoje” se prefiro acumular riquezas, desprezando meus irmãos que passam fome.

Será inútil dizer – “perdoai as nossas ofensas” “assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido” se não me importo em ferir, injustiçar, oprimir e magoar aos que atravessam o meu caminho.

Será inútil dizer – “e não nos deixais cair em tentação” se escolho sempre o caminho mais fácil, que nem sempre é o caminho de Deus.

Será inútil dizer – “livrai-nos do mal” se por minha própria vontade procuro os prazeres materiais, e se tudo o que é proibido me seduz.

Será inútil dizer  – “Amém” porque sabendo que sou assim, continuo me omitindo e nada faço para me modificar.

Burrinho


Era uma vez um burrinho. Burrinho como os demais que viviam no pasto, e que prestavam serviços, quando necessitavam deles.

Um dia, houve grande festa naquela terra. Era feriado. Feriado nacional. Comércio fechado. Escolas sem aulas. Tudo parado.

Nas avenidas principais daquela cidade, devidamente ornamentadas, aconteceria propagado desfile militar e escolar. É que as jóias, insígnias, bandeiras, medalhas, coroas que pertenceram ao rei daquele país seriam apresentadas ao povo, esparramado pelas calçadas.

Aí precisaram de um burrinho, que transportasse, processionalmente, aqueles tesouros, que representavam história gloriosa daquela nação.

E o burrinho, de que lhes falo, foi apanhado, lá no pasto. Colocaram régios arreios sobre seus lombos, ornamentos dourados que brilhavam ao sol. Daquela manhã engalanada e festiva. Encimando aqueles arreios, dispostas com muita arte e gosto, as preciosas jóias reais. No desfile militar, o pacato quadrúpede ocupava lugar de destaque, comandando a parada.

Rojões espocavam, a multidão aplaudia, a tropa se perfilava, numa alegria contagiante, que deslumbrava e emocionava.

Acabado o desfile, retiraram as jóias que o burrinho carregava, os arreios dourados, os adereços todos, e ele foi levado de volta ao pasto, sem maiores formalidades.

Lá chegando, o burrinho começou a conversar com os outros burricos, seus companheiros. Disse ele, vaidoso:

– Vocês viram o que me aconteceu? Andei pelas avenidas da cidade, nesta manhã. E quando eu passava, soltaram fogos e foguetes, houve aplausos de todos os lados, uma beleza: Até soldados perfilaram-se, em continência, enquanto bandas de música celebravam a festança. Vejam como eu sou importante! Vejam!

Aí, um outro burrico, que ouvia aquela bazófia do companheiro gabola, desafiou-o:

– Se você é tudo isso que está dizendo, tenha a coragem de retornar äs avenidas, por onde passou. Vá. Eu quero ver o que acontecerá!…

O burrinho vaidoso aceitou o desafio. Foi. Mas quando ele passava, apesar da cadência de seu passo garboso, moleques atiraram-lhe pedras, populares enxotaram-no aos gritos, brandindo relhos e chicotes, numa correria bárbara.

Cansado, resfolegando, envergonhado, assustadíssimo, o burrico retornou ao pasto, onde encontrou seus amigos, que o receberam, com desprezo e com desdém.

– E agora, o que dizes?, perguntaram-lhe, com zombaria. Então o burrinho vaidoso, cabisbaixo, filosofou:

– É. É verdade. Eu não tinha importância alguma. Eu sou igualzinho aos outros burrinhos. Só fui aplaudido enquanto carreguei as jóias do rei…

Linda lição! para nós. Para cada um de nós, hoje. Nela reflitamos, com humildade, na presença santíssima do Rei, de quem somos servos, tantas vezes inúteis…  

Experiências


Em uma enchente que houve no México, uma certa cidade teve todas as casas derrubadas, só ficou de pé uma. Quando foram conferir a casa era de uma pessoa muito crente, era do irmão Diego Paolo. Este amado irmão ganhou muitas almas para Jesus contando este milagre de Deus. Ele passou o resto de sua vida fazendo isto, onde era convidado ele ia testificar sobre o que Deus havia feito. Depois de muito tempo, o irmão Diego morreu, e ao chegar no céu, queria por todo custo contar seu testemunho, porque na terra, sempre que ele contava, todos ficavam impressionados. Ele queria impressionar o céu também. Procurou um anjo e pediu parar dar o seu testemunho, o anjo procurou Jesus e o irmão foi liberado para testificar. Todos que lá estavam foram convidados para ouvir.

Quando o irmão Diego subiu na plataforma, e que começou empolgado a introduzir o seu testemunho, um anjo bateu no seu ombro e disse: “Diego, não se esqueça que Noé está entre a multidão te ouvindo”. Quando ele ouviu isto, sua empolgação desapareceu, pois a sua experiência da enchente, ficou insignificante diante do “Dilúvio”, experiência de Noé.

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