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AMOR, SIMPLESMENTE AMOR


Impossível não se emocionar.

“Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti.” Isaías 49:15

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ONDE ESTÁ DEUS NA SUA VIDA?


Publicado na Revista Carta Viva – 2012 – N°18

VISITE O SITE – http://saldaterra.org.br/cartaviva/onde-esta-deus-na-sua-vida/

almofada dia dos namorados 2011Talvez você até leia a bíblia, vá à igreja domingo ou outro e se sinta bem entre os “irmãos”. Talvez você evite “grandes” pecados, seja generoso, tenha uma vida de oração razoável. Talvez você esteja perto de Deus, mas nem por isso, seja íntimo. Acreditar em Deus ou estar envolvido na igreja é uma coisa, amá-lo de verdade, sobre tudo e sobre todos, e manter com Ele uma relação íntima em meio a rotina, relacionamentos e desejos pessoais, é outra! Há uma condição primária para a vida com Deus e essa é: amá-lo em primeiro lugar!


Foi assim: ame a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo que Jesus resumiu a espiritualidade daquele que quer caminhar com Ele sendo seu discípulo. Se pudéssemos resumir a bíblia em um twit, seria essa a postagem.

Amar o próximo é uma expres-são muito usada e defen-dida no meio cristão, o que é muito positivo, afinal, amar a Deus é amar aquilo que Ele ama. E Ele ama gente. Isso é fato. Também é fato que não há vida com Deus fora da comu-nhão na i-greja, o lugar on-de o ser humano é curado. No entanto, vemos uma fragilidade na vivência do “amar a Deus sobre todas as coisas”. Acontece que nunca será possível amar verdadeiramente o outro, ou a si mesmo, sem antes amar primeiro a Deus.

Paulo Junior afirma que toda a relação na coletividade, passa por um com-prometimento pessoal com o Criador, reconhecendo-o como Pai e o que Ele já fez por cada homem para que este se torne seu filho: a expressão do amor de Deus por nós foi tornar-nos seus filhos, à seme-lhança de Jesus Cristo. Amar a Deus é ter a certeza de que, sendo filhos, Ele já nos deu tudo o que é necessário para a vida, de forma que todas as nossas necessidades já foram supridas. Dessa forma, o que buscamos sempre é o relacionamento e a intimidade porque estamos certos de que já fomos abençoados em tudo. Renuncio preferên-cias, valores e prioridades porque passo a crer Nele, não pelo o que Ele pode fazer, mas pelo conhecimento e certeza de quem Ele é e do que, certamente, fará, diz o pator.

Mas vemos muitos homens tentando o contrário- amam o irmão, praticam a filantropia, procuram a justiça, pensando que assim estarão kits com Deus. E o que é pior, usam o serviço e o “amor ao próximo” como desculpas por suas faltas diante do Criador. Esforçam-se para encontrar um lugar para Deus em sua agenda, no seu dia a dia, mas o que oferecem são apenas interesses para receber Dele o que querem que Ele faça. No final, estão angustiados ou ofendidos porque se frustram diante do resultado que queriam alcançar e que não foi conquistado.

Para o pastor Ariovaldo Junior isso acontece pela falta de compreensão do que seja amar verdadeiramente: nossa religiosidade procura mandamentos (afinal é mais fácil seguir regras do que fazer uma reflexão de vida diária), mas quando Cristo resume toda a lei e os profetas a amar a Deus e a amar os irmãos, percebemos o quanto muitas vezes não fomos capazes de compreender a profundidade e intensidade deste amor. Como afirmou Noemi, não se reconhece o privilégio de amar aquele que nos livrou da morte, porque muitas vezes se esquece de por quem formos libertos: Amar a Deus perpassa primei-ramente em saber quem é Deus e poste-riormente reconhecê-lo como suficiência em nossa vida. É só assim, reconhecendo Deus como pai e Senhor absoluto sobre tudo que podemos amá-lo.

Paulo Junior fala que há uma crise conceitual do amor que tem levado as pessoas à devoção. Segundo ele, não falta romance, não falta paixão, desejo ou religião… Mas falta compro-metimento, faltam momentos na vida que se perpetuam, falta fé, falta a intimidade com o Pai, falta a capa-cidade de continuar. Dessa forma, quando as pessoas se sentem feridas, elas abandonam Deus, quando as expectativas do que Deus deveria fazer e não fez são vivenciadas, elas abandonam Deus.

Quanto a isso, Luiz Humberto Junior lembra-nos que o amor é abordado por Deus sempre em um contexto de intimidade com Ele, de conhecimento, de convicção e de compromisso, mas que o amor de hoje é tudo isso ao inverso: Não se quer uma relação íntima com Deus, mas que Deus conheça as nossas neces-sidades e desejos. Muitas vezes o que cultivamos não é uma relação consciente e convicta, mas algo fruto da nossa ansiedade em ver os nossos problemas resolvidos. As pessoas querem um relacionamento com Deus no qual não exista um compromisso absoluto, mas apenas conveniente, e por isso superficial. Por isso a religião (no sentido de re-ligação com Deus) hoje é fraca. As pessoas nunca buscaram tanto o sobrenatural, mas ao mesmo tempo elas buscam o Deus que querem, e não o Deus que elas verda-deiramente precisam, pondera ele.

É certo que nada angustia mais o ser humano do que estar perto de Deus e não ser íntimo Dele, do que a sensação de estar “quase lá”, mas nunca alcançar o alvo ou do que perceber do que Ele é capaz, mas não se ter a convicção de quem Ele é e porque faz.

Há uma condição primária para a vida com Deus e essa é: amá-lo em primeiro lugar!Tudo só faz sentido à partir dessa condição. Tudo encontra seu devido lugar à partir do relacio-namento íntimo com o Criador, que agora é reconhecido como Senhor e Pai.

Enquanto não houver consciência do que seja amar a Deus em primeiro lugar, acima das preferências e desejos pessoais ou próprias expectativas individuais do que Deus deveria fazer, não haverá vida com Ele capaz de se perpetuar. Ou Ele está acima de tudo ou Ele não estará em lugar nenhum.

JOVEM AGRICULTOR


Era uma vez um jovem agricultor que tinha uma namorada muito bonita. Ele tinha tudo para ser feliz, no entanto, era triste. Isto chamou a atenção de um velho amigo da família que, procurando ajudar, perguntou como ele procedia no seu dia a dia.

“De manhã bem cedo”, respondeu o rapaz, “passo para ver minha namorada e depois vou ao campo fiscalizar as atividades dos meus trabalhadores. Mas, ultimamente, a namorada não me parece tão bonita como era e a plantação anda meio sem viço e sem verdor”. “Então faz assim”, aconselhou o amigo experiente, “quando você levantar, primeiro visite seus campos, e só então, na volta, passe para ver sua namorada”.

Algum tempo mais tarde os dois amigos voltaram a se encontrar. Agora o rapaz estava alegre e satisfeito, e o amigo notando, explicou: “Você não cometia nenhum engano, mas havia um problema. Fazia a coisa certa na hora errada! Porque cedo, a namorada ainda estava sonolenta, os olhos ainda estavam meio fechados e sem brilho, não havia se penteado como devia, nem tinha tido tempo de colocar um perfume. Da mesma forma, com o sol alto as plantações ficam mesmo caídas, pois já perderam o frescor do orvalho da madrugada que lhes fazem bonitas e viçosas”.

JOÃO 3:16


Na cidade de Chicago, numa noite fria, escura, havia uma forte névoa.

Um garotinho estava vendendo jornais na esquina, as pessoas estavam fugindo do frio.

O garotinho estava com tanto frio que ele não poderia ficar vendendo

jornais. Ele caminhou até um policial e disse:

– Senhor, saberia me dizer onde um pobre garoto poderia encontrar um

lugar quente para dormir esta noite? Sabe, eu durmo em uma caixa na esquina

logo abaixo e o frio é terrível à noite. Como seria bom eu ter um lugar

quente para ficar.

O policial olhou para o garotinho e disse:

– Você desce a rua até aquela grande casa branca e bata na porta.

Quando alguém vier abrir a porta você apenas diz “João 3:16”, eles deixarão

você entrar.

Então o garotinho caminhou até a casa e bateu na porta e uma senhora o

atendeu.

Ele olhou para ela e disse:

– “João 3:16”.

A senhora disse:

– Entre, filho. Ela o levou para dentro da casa e o sentou numa poltrona

em frente a uma grande lareira, e se retirou. Ele ficou ali sentado e pensou

“João 3:16. Eu não entendi isto, mas isto é certo que aquece um menino que

sentia frio.”

Mais tarde a senhora voltou e perguntou-lhe:

– Você está com fome?

Ele respondeu:

– Bem, um pouco. Eu não como há alguns dias. A senhora o levou até

a cozinha e sentou-o numa mesa cheia de comida. Ele comeu até não poder

mais.

Então ele pensou: “João 3:16… Eu não entendi isto, mas isto é certo que

sacia a fome de um menino.”

Ela o levou até o banheiro onde tinha uma enorme banheira cheia de água

quente e ele entrou na banheira e molhou-se.

Ainda molhado, ele pensou, “João 3:16… É certo que eu não entendi isto,

mas isto fez um menino sujo, limpo.

Você sabe, eu nunca tinha tido um banho de verdade em toda a

minha vida. O único banho que eu tive foi quando eu fiquei em frente a um

grande hidrante de incêndio que estava esguichando água.

“A senhora o levou até o quarto e o colocou em uma grande cama antiga

e cobriu-o com um cobertor até o seu pescoço, deu-lhe um beijo de boa noite

e apagou as luzes. Assim que ficou no escuro e olhou para a janela, a neve

começou a cair naquela noite fria e ele pensou: “João 3:16…

Eu não entendi isto, mas isto fez com que um menino cansado, descansasse.”

Na manhã seguinte, a senhora voltou até o quarto e o levou para a mesma

mesa cheia de comida. Depois que ele comeu, ela o levou de novo para mesma

poltrona em frente à lareira e pegou uma Bíblia grande e sentou em frente a

ele.

Ela o olhou e perguntou:

– Você entendeu João 3:16?

Ele disse:

– Não, senhora. A primeira vez que eu ouvi foi na noite passada quando

um policial disse-me para usar isto.

Ela abriu a Bíblia em João 3:16, e começou a explicar para ele sobre Jesus.

Ali mesmo em frente à grande lareira, ele deu seu coração e vida para Jesus.

Ele sentou e pensou, “João 3:16. Eu não entendi isto, mas isto faz um

menino perdido ser salvo.

“Você sabe, eu tenho que te confessar, eu não posso

entender, como Deus enviou seu próprio Filho

para morrer por mim, e como Jesus concordou em fazer tal coisa? Eu não

entendi isto, mas é certo que isto faz a vida valer a pena.

Sucesso, fortuna ou amor


Três homens estavam à porta de uma residência, chamando pelos donos da mesma. Os três homens, já com certa idade, demonstrando muito conhecimento e respeito, se apresentaram à dona da casa, que foi recebê-los. O primeiro disse:

– O meu nome é sucesso.

O segundo disse:

– O meu nome é fortuna.

O terceiro disse:

– O meu nome é amor.

Cada um dos três em sua apresentação, pediu um prato de comida. A dona da casa os convidou para entrarem, mas eles responderam:

– Volte para dentro, senhora, e com sua família escolha apenas um, pois os três não poderão entrar. Apenas um deverá ser escolhido.

A dona da casa entrou e contou o que estava acontecendo. O esposo com alegria escolheu e disse:

– Deixe o sucesso entrar, é isso que estamos precisando.

A esposa respondeu:

– Não, querido. O sucesso passa rápido; vamos deixar a fortuna entrar e mudar a nossa vida.

E a criança da casa, que até então só brincava e escutava, disse:

– Por favor, deixem o amor entrar.

O esposo e a esposa se olharam e disseram:

– Que ingenuidade de criança escolher o amor, deixando a fortuna e o sucesso escapar.

Então, a senhora voltou ao portão e disse:

– Senhores, já escolhemos quem entrará.

E os homens perguntaram:

– Quem de nós foi escolhido?

Antes que a mulher pudesse responder, a criança que veio correndo e gritou:

– Nós escolhemos o amor!

Mais que depressa os três levantaram-se para entrar, quando a mulher curiosa com a situação perguntou:

– Não era apenas um que entraria?

E os homens responderam:

– Senhora, o sucesso entra só. A fortuna, também. Mas, o amor, o amor sempre anda acompanhado.

Corrente do Bem


Ele quase não viu a senhora com o carro parado no acostamento.

Mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim parou seu carro e se aproximou. O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho. Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada.

Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora. Ele iria aprontar alguma? Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto. Ele pôde ver que ela estava com muito medo e disse:

– “Eu estou aqui para ajudar madame. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Bryan”.

Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora era ruim o bastante. Bryan abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro.

Logo ele já estava trocando o pneu. Mas ele ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos. Enquanto ele apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de St.Louis e só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda. Bryan apenas sorriu enquanto se levantava. Ela perguntou quanto devia. Qualquer quantia teria sido muito pouco para ela. Já tinha imaginado todos as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Bryan não tivesse parado. Bryan não pensava em dinheiro. Aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe ajudara bastante.

Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo.

Ele respondeu:

– “Se realmente quiser me reembolsar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda que precisar”. E acrescentou: “… e pense em mim”.

Ele esperou até que ela saísse com o carro e também se foi. Tinha sido um dia frio e deprimido, mas ele se sentia bem, indo pra casa, desaparecendo no crepúsculo.

Algumas milhas abaixo a senhora encontrou um pequeno restaurante. Ela entrou para comer alguma coisa. Era um restaurante sujo. A cena inteira era estranha para ela. A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um …sorriso que mesmo os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pôde apagar. A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude. A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho.

Então se lembrou de Bryan. Depois que terminou a refeição, enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem dólares, a senhora se retirou. Já tinha partido quando a garçonete voltou. A garçonete ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de $100 dólares.

Havia lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu.

Dizia: “Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou uma vez e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar não deixe este círculo de amor terminar com você”.

Bem, havia mesas para limpar, açucareiros para encher, e pessoas para servir. Aquela noite, quando foi para casa e deitou-se na cama, ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito. Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê para o próximo mês, como estava difícil! Ela virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou:

“Tudo ficará bem; eu te amo, Bryan”.

Pense nisso, e ….. não feche esse círculo!

Esperamos que este texto ilumine um pouco mais o seu dia e que a Luz de Jesus te acompanhe sempre.

CD


Um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura, tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob cuidado constante da mãe.

Um dia, decidiu sair sozinho com a permissão da mãe. Caminhou pela quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam. Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos de sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor à primeira vista. Abriu a porta e entrou sem olhar para mais nada que não a sua amada.

Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ela estava.

Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa. Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD. Pegou o primeiro que encontrou, sem olhar de quem era, e disse “Esse aqui” – “Quer que embrulhe para presente?” – Perguntou a garota sorrindo ainda mais e ele só mexeu a cabeça para dizer que sim. Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o CD muito bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar ali, admirando aquela encantadora garota.

Daquele dia em diante, todas as tardes, voltava à loja de discos para comprar um CD qualquer. Todas as vezes, a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no closet, sem nem abrir. Ele estava apaixonado, mas com medo da reação dela e por mais que ela o recebia com um sorriso doce, não tinha coragem de convidá-la para sair e conversar.

Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou muito a chamá-la para sair.

Um dia, ele se encheu de coragem e foi à loja. Como todos os dias, comprou outro CD, como sempre, ela foi embrulhar. Quando ela não estava vendo, ele escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo.

Na tarde seguinte, o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu. Era a garota perguntando por ele. A mãe desolada, nem perguntou quem era, começou a chorar e disse: ” Então você não sabe? Ele faleceu essa manhã”.

Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho, para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito: “Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria”. Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu outro papel que dizia o mesmo, e assim todos que ela abria trazia uma mensagem de carinho e esperança de conhecer aquele rapaz.”

Mais que mil palavras…


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Não deixe para amanhã…


Dois irmãozinhos brincavam em frente de casa, jogavam bolinhas de gude. Quando Júlio o menino mais novo disse ao irmão Ricardo: – Meu querido irmão, eu te amo muito e nunca quero me separar de você! Ricardo sem dar muita importância ao que Júlio disse, pergunta: – O que deu em você moleque? Que conversa besta e essa de amar? Quer calar a boca e continuar jogando? E os dois continuaram jogando a tarde inteira até anoitecer. A noite o senhor Jacó, pai dos garotos, chegou do trabalho, estava exausto e muito mal humorado, pois não havia conseguido fechar um negócio importante. Ao entrar, Jacó olhou para Júlio que sorriu para o pai e disse: – Olá papai, eu te amo muito e não quero nunca me separar do senhor! Jacó no auge de seu mal humor e estresse disse: – Júlio, estou exausto e nervoso, então por favor não me venha com besteiras! Com as palavras ásperas do pai, Júlio ficou magoado e foi chorar no cantinho do quarto. Dona Joana, mãe dos garotos sentindo a falta do filho foi procurá-lo pela casa, até que o encontrou no cantinho do quarto com os olhinhos cheios de lágrimas. Dona Joana espantada começou a enxugar as lágrimas do filho e perguntou: – O que foi Júlio, por que choras? Júlio olhou para a mãe, com uma expressão triste e lhe disse: – Mamãe, eu te amo muito e não quero nunca me separar da senhora! Dona Joana sorriu para o filho e lhe disse: – Meu amado filho, ficaremos sempre juntos! Júlio sorriu, deu um beijo na mãe e foi se deitar. No quarto do casal, ambos se preparando para deitar, Dona Joana pergunta para seu marido Jacó: – Jacó, o Júlio está muito estranho hoje, não acha? Jacó muito estressado com o trabalho disse à esposa: – Esse moleque só está querendo chamar a atenção… Deita e dorme mulher! Então todos se recolheram e dormiram sossegados. As 2 horas da manhã, Júlio se levanta vai ao quarto de seu irmão Ricardo e fica observando o irmão dormir… Ricardo incomodado com a claridade acorda e grita com Júlio: – Seu louco, apaga essa luz e me deixa dormir! Júlio em silêncio obedeceu o irmão, apagou a luz e se dirigiu ao quarto dos pais… Chegando ao quarto de seus pais acendeu a luz e ficou observando seu pai e sua mãe dormirem. O senhor Jacó acordou e perguntou ao filho: – O que aconteceu Júlio? Júlio em silêncio só balancou a cabeca em sinal negativo, respondendo ao pai que nada havia ocorrido. Daí o senhor Jacó irritado perguntou ao Júlio: – Então o que foi moleque? Júlio continuou em silêncio. Jacó já muito irritado berrou com Júlio: – Então vai dormir seu doente! Júlio apagou a luz do quarto se dirigiu ao seu quarto e se deitou. Na manhã seguinte todos se levantaram cedo, o senhor Jacó iria trabalhar, a dona Joana levaria as criancas para a escola e Ricardo e Júlio iriam a escola… Mas Júlio não se levantou. Então o senhor Jacó, que já estava muito irritado com Júlio, entra bufando no quarto do garoto e grita: – Levanta seu moleque vagabundo! Júlio nem se mexeu. Então Jacó avança sobre o garoto e puxa com força o cobertor do menino, com o braço direito levantado pronto para lhe dar um tapa quando percebe que Júlio estava com os olhos fechados e que estava pálido. Jacó assustado colocou a mão sobre o rosto de Júlio e pode notar que seu filho estava gelado. Desesperado, Jacó gritou chamando a esposa e o filho Ricardo para ver o que havia acontecido com Júlio… Infelizmente, o pior, Júlio estava morto e sem qualquer motivo aparente. Dona Joana desesperada abraçou o filho morto e não conseguia nem respirar de tanto chorar. Ricardo desconsolado segurou firme a mão do irmão e só tinha forças para chorar também. Jacó em desespero soluçando e com os olhos cheio de lágrimas, percebeu que havia um papelzinho dobrado nas pequenas mãos de Júlio. Jacó então pegou o pequeno pedaço de papel e havia algo escrito com a letra de Júlio. “Outra noite Deus veio falar comigo através de um sonho, disse a mim que apesar de amar minha família e dela me amar, teríamos que nos separar. Eu não queria isso, mas Deus me explicou que seria necessário. Não sei o que vai acontecer mas estou com muito medo.

Gostaria que ficasse claro apenas uma coisa:

– Ricardo, não se envergonhe de amar seu irmão.

– Mamãe, a senhora é a melhor mãe do mundo.

– Papai, o senhor de tanto trabalhar se esqueceu de viver.

– Eu amo todos vocês!

Você já parou para pensar, quantas vezes não temos tempo de parar para amar, e receber o amor que nos é ofertado? Talvez, quando acordarmos possa ser tarde demais, mas, ainda há tempo! Lembre-se, muita gente vai entrar e sair da sua vida, mas somente verdadeiros amigos, que sabem dar e receber amor, deixarão marcas em seu coração! Ame hoje, ame amanhã, ame sempre… Nunca tenha vergonha de oferecer e receber amor. O amor é uma necessidade básica de todo ser humano.

Mais que mil palavras…


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