Se pecamos, pecamos. E ponto.


SE PECAMOS, PECAMOS. E PONTO.

Um parlamentar, meses depois de ter sido filmado enchendo de notas de dinheiro de propina a parte inferior do corpo onde a maioria das pessoas usa meias, renunciou. Ao comunicar sua saída voluntária (e possivelmente temporária) da política, admitiu que errou e que foi vítima do sistema. Quem renuncia não pode ser cassado e, assim, ficar proibido de disputar novas eleições por vários anos. O comportamento é emblemático da natureza humana e pode nos incluir.
Primeiro, erramos, mas, muitas vezes, só admitimos o erro quando somos descobertos. É como se o pecado se tornasse pecado só quando descoberto. Até pedimos desculpas, mas caímos atirando, ao pormos a culpa no sistema (todo mundo faz) ou nos outros. Pedimos desculpas, esperando que sejamos premiados (com elogios por termos tido a coragem de pedir desculpas ou perdão). O pedido de perdão verdadeiro é filho do arrependimento verdadeiro. Pecamos. Ponto. Fora disso é manipulação. Nossa e dos outros.
Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo

www.prazerdapalavra.com.br

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Sobre Fabiano Botero

Deformado pelo mundo, sendo formado em Cristo!

Publicado em 04/03/2010, em Artigos, Reflexões e marcado como , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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