AMOR, SIMPLESMENTE AMOR


Impossível não se emocionar.

“Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti.” Isaías 49:15

FARTURA PARA ALGUNS


“Porque, comendo, cada um toma antecipadamente a sua própria ceia; e ASSIM UM TEM FOME E OUTRO EMBRIAGA-SE.” 1 Coríntios 11:21

Um vídeo corajoso, no mínimo.
O ciclo do consumismo, materialismo, capitalismo e “maamonismo”.
Engordamos o gado que nos engorda; um ciclo de gado que engorda gado. No elo da cadeia alimentar, deixamos de ser o consumidor final, agora, o capitalismo é sem dúvida um predador voraz e nós o “gado” no matadouro. Aquele ditado sobre “matar um leão por dia” é ultrapassado. Hoje, é “matar um ser humano por segundo”; pois nossa fome por mais, gera uma onda de suicídio coletivo por gula consumista que paralelamente mata de fome os que já não tem muito o que comer.

Muitos estão morrendo por miséria, penúria, desnutrição…com falta; enquanto outros estão morrendo de riqueza, satisfação, abastança, opulência, abundância, egoísmo.

Uns morrendo por escassez e outros por fartura…

HIPERTROFIA


A título de introdução peço licença para expor algumas considerações, como tentativa de possibilitar alguma reflexão e entendimento. Quando se reúne em torno de desejos e idéias, instituindo-se um grupo, está se configurando um “encontro”. Todo encontro pressupõe uma ética, ou seja, um reconhecer e dar dignidade ao “outro” que se configura – no meu modo de ver – de três formas: interesse, escuta e cuidado. Toda ética exige para sua fundamentação, uma compreensão prévia para que se possa instituir uma ação voltada para a “inclusão” não como dádiva, esmola, doação ou caridade, mas como abertura de possibilidade – na diversidade de dons que o constitui espiritualmente – a chance de ajuda mútua.

Os que se agrupam num projeto tendo a palavra “inclusão” como base e meta, não podem deixar de exercê-la entre eles, pois assim estariam fomentando o disparate e a hipocrisia, pois propõe algo somente como idéia flutuante e conveniente. É claro que não se trata aqui de propagar uma visão orgulhosa, não reconhecendo como legítima a possibilidade de mudança e de “vir-a-ser” de cada um. Uma escolha nunca pode ser dada como definitiva assim como um homem nunca pode ser tido como acabado. Mas quando se assume algo e se instituí esse algo num conjunto de conceitos e práticas, será de bom e razoável grado que se tenha responsabilidade sobre esse fato, sob pena das relações tornarem-se vazias e os envolvidos distinguidos entre manipuladores e manipulados.

A relação de poder é inerente a todo agrupamento humano. As tensões, conflitos, diferenças e contradições são elementos que sempre acompanham esse fenômeno. O problema reside na sua hipertrofia. Já temos como domínio público “que a hipertrofia de um lado, atrofia o todo”. A responsabilidade de quem tem o poder é maior e mais exigente, pois ele carrega a força do mando que pode esmagar os outros e a si próprio. Quem assume e detém o poder tem como condição e obrigação, ouvir o que podemos designar de “voz de comando”, que seria uma instância de inteligibilidade que suplanta a cegueira individualista e indica as condições de convivência e sobrevivência de um grupo. É essa instância que permite o revigoramento, o fluxo contínuo da dinâmica e que levou a união de pessoas em torno de algo em comum.

Sem escutar “a voz de comando”, temos o tirano, o absoluto, o orgulhoso. Este vê o mundo sempre de cima para baixo. Somente o que se apresenta “de baixo para cima“ é reconhecido como legítimo. Quando alguém se atreve a se colocar rigorosamente em desacordo com ele, acontece os seguintes resultados: a) ele não perceberá a pessoa; b) ele não perceberá a atitude e, finalmente, c) ele não compreenderá o que está acontecendo.

Hipertrofia

O espaço de percepção do orgulhoso tem o seguinte esquema: “parte de cima”, “parte de baixo” e, no meio, NADA. Na sua cegueira relacional, o orgulhoso não exercita o destaque do seu horizonte de compreensão e não percebe o mal que está fazendo. Temos então uma situação “querer o bem com demasiada força e de certo jeito, pode se transformar num mal”. Por isso não podemos deixar de zelar pela escuta, pelo interesse e pelo cuidado.

O PODER DE UM APERTO DE MÃO


Publicado no site da SAL DA TERRA (Extraído)

Betsaida era um pequeno vilarejo a nordeste do mar da Galiléia. Um lugar, talvez, sem muita expressão. No entanto, foi o palco escolhido onde Jesus opera um dos milagres mais pedagógicos da história, ensinando-nos um princípio que, se aplicado hoje, pode iluminar os olhos do nosso entendimento, libertando-nos de toda ignorância.

Handshake on white backgroundAo chegar naquela vila, Jesus é imediatamente abordado pelo povo que lhe trazia um cego. Até então um gesto natural para uma população que já deveria ter ouvido sobre a fama de Jesus “o milagreiro”. O que mais me impressiona neste episódio é como o povo não apenas pede o milagre, mas determina a forma que o milagre deveria ser realizado: “rogaram-lhe que o tocasse”. Via de regra não nos contentamos apenas com o milagre, mas que-remos também que Deus o opere da forma e na hora que mais nos convém. Graças a uma forte convicção de sua identidade e propósito, Jesus não estava ali para aten-der aos apelos manipulativos da multidão, sendo livre para realizar aquele milagre da forma que pedagogicamente poderia ensinar ao cego, a todos que estavam ali e a nós. A questão para Jesus não era apenas trazer a cura física, mas sim utilizar-se do processo que envolveu a cura para ensinar um princípio libertador.

Ciente da real necessidade daquele cego, Jesus o toma pela mão e o conduz para fora da cidade, a sós com ele. Talvez apenas um toque fosse necessário para a cura física, mas para o restabelecimento de uma completa visão, capaz não apenas de discernir as coisas materiais, era necessário um forte aperto de mão e uma condução. A atitude de tomá-lo pelas mãos e conduzi-lo revela um compromisso integral com a pessoa, muito mais do que apenas com a cura. Jesus sabia do significado para um cego de ter alguém que o tomasse pelas mãos e o guiasse pelo caminho.

Hoje, muitas vezes desejamos o milagre para que não precisemos nos envolver com as pessoas. Queremos o paralítico andando para que não tenhamos o trabalho de empurrar a cadeira de rodas. Queremos o cego enxergando para que não tenhamos de assumir o compromisso de mostrar-lhe o caminho. Que-remos o paciente fora do hospital para que não precisemos visitá-lo. Cada vez mais, estamos terceirizando o que não deveríamos terceirizar e gastando horas na-quilo que poderíamos delegar. Filhos estão sendo educados por babás e professores, porque pais não querem o desgaste de tomá-los pelas mãos e conduzi-los em um discipulado de vida. Funcionários estão sendo demitidos pois patrões não querem “perder tempo” em ensinar. Os consultórios psiquiátricos estão cada vez mais cheios, pois amigos não têm mais tempo de se encontrar para compartilhar vida. Maridos entregam suas esposas aos cartões de crédito e esposas entregam seus maridos à pornografia, pois ambos não estão dispostos a dialogar e a prio-rizar o outro.

É tempo de darmos as mãos em um gesto de compromisso com as pessoas. Nosso próximo nunca deveria ter se tornado o meio pelo qual alcançamos outro fim. Pessoas sempre deveriam ser o fim, enquanto que toda metodologia, toda estrutura e todos os métodos deveriam ser o meio. Nossas relações não podem ser resumidas a apenas toques rápidos, mas sim, desenvolvidas em um aperto de mão demorado. O principio que ilumina nossos olhos e nos faz enxergar pessoas como pessoas e não como árvores é o relacionamento sincero e profundo, revelado em um caminhar junto e não apenas nos esbarrões em cada esquina da vida.

Marcos Rocha – pastor conselheiro Ministério Sal da Terra
marcosrocha@saldaterra.org.br

ONDE ESTÁ DEUS NA SUA VIDA?


Publicado na Revista Carta Viva – 2012 – N°18

VISITE O SITE – http://saldaterra.org.br/cartaviva/onde-esta-deus-na-sua-vida/

almofada dia dos namorados 2011Talvez você até leia a bíblia, vá à igreja domingo ou outro e se sinta bem entre os “irmãos”. Talvez você evite “grandes” pecados, seja generoso, tenha uma vida de oração razoável. Talvez você esteja perto de Deus, mas nem por isso, seja íntimo. Acreditar em Deus ou estar envolvido na igreja é uma coisa, amá-lo de verdade, sobre tudo e sobre todos, e manter com Ele uma relação íntima em meio a rotina, relacionamentos e desejos pessoais, é outra! Há uma condição primária para a vida com Deus e essa é: amá-lo em primeiro lugar!


Foi assim: ame a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo que Jesus resumiu a espiritualidade daquele que quer caminhar com Ele sendo seu discípulo. Se pudéssemos resumir a bíblia em um twit, seria essa a postagem.

Amar o próximo é uma expres-são muito usada e defen-dida no meio cristão, o que é muito positivo, afinal, amar a Deus é amar aquilo que Ele ama. E Ele ama gente. Isso é fato. Também é fato que não há vida com Deus fora da comu-nhão na i-greja, o lugar on-de o ser humano é curado. No entanto, vemos uma fragilidade na vivência do “amar a Deus sobre todas as coisas”. Acontece que nunca será possível amar verdadeiramente o outro, ou a si mesmo, sem antes amar primeiro a Deus.

Paulo Junior afirma que toda a relação na coletividade, passa por um com-prometimento pessoal com o Criador, reconhecendo-o como Pai e o que Ele já fez por cada homem para que este se torne seu filho: a expressão do amor de Deus por nós foi tornar-nos seus filhos, à seme-lhança de Jesus Cristo. Amar a Deus é ter a certeza de que, sendo filhos, Ele já nos deu tudo o que é necessário para a vida, de forma que todas as nossas necessidades já foram supridas. Dessa forma, o que buscamos sempre é o relacionamento e a intimidade porque estamos certos de que já fomos abençoados em tudo. Renuncio preferên-cias, valores e prioridades porque passo a crer Nele, não pelo o que Ele pode fazer, mas pelo conhecimento e certeza de quem Ele é e do que, certamente, fará, diz o pator.

Mas vemos muitos homens tentando o contrário- amam o irmão, praticam a filantropia, procuram a justiça, pensando que assim estarão kits com Deus. E o que é pior, usam o serviço e o “amor ao próximo” como desculpas por suas faltas diante do Criador. Esforçam-se para encontrar um lugar para Deus em sua agenda, no seu dia a dia, mas o que oferecem são apenas interesses para receber Dele o que querem que Ele faça. No final, estão angustiados ou ofendidos porque se frustram diante do resultado que queriam alcançar e que não foi conquistado.

Para o pastor Ariovaldo Junior isso acontece pela falta de compreensão do que seja amar verdadeiramente: nossa religiosidade procura mandamentos (afinal é mais fácil seguir regras do que fazer uma reflexão de vida diária), mas quando Cristo resume toda a lei e os profetas a amar a Deus e a amar os irmãos, percebemos o quanto muitas vezes não fomos capazes de compreender a profundidade e intensidade deste amor. Como afirmou Noemi, não se reconhece o privilégio de amar aquele que nos livrou da morte, porque muitas vezes se esquece de por quem formos libertos: Amar a Deus perpassa primei-ramente em saber quem é Deus e poste-riormente reconhecê-lo como suficiência em nossa vida. É só assim, reconhecendo Deus como pai e Senhor absoluto sobre tudo que podemos amá-lo.

Paulo Junior fala que há uma crise conceitual do amor que tem levado as pessoas à devoção. Segundo ele, não falta romance, não falta paixão, desejo ou religião… Mas falta compro-metimento, faltam momentos na vida que se perpetuam, falta fé, falta a intimidade com o Pai, falta a capa-cidade de continuar. Dessa forma, quando as pessoas se sentem feridas, elas abandonam Deus, quando as expectativas do que Deus deveria fazer e não fez são vivenciadas, elas abandonam Deus.

Quanto a isso, Luiz Humberto Junior lembra-nos que o amor é abordado por Deus sempre em um contexto de intimidade com Ele, de conhecimento, de convicção e de compromisso, mas que o amor de hoje é tudo isso ao inverso: Não se quer uma relação íntima com Deus, mas que Deus conheça as nossas neces-sidades e desejos. Muitas vezes o que cultivamos não é uma relação consciente e convicta, mas algo fruto da nossa ansiedade em ver os nossos problemas resolvidos. As pessoas querem um relacionamento com Deus no qual não exista um compromisso absoluto, mas apenas conveniente, e por isso superficial. Por isso a religião (no sentido de re-ligação com Deus) hoje é fraca. As pessoas nunca buscaram tanto o sobrenatural, mas ao mesmo tempo elas buscam o Deus que querem, e não o Deus que elas verda-deiramente precisam, pondera ele.

É certo que nada angustia mais o ser humano do que estar perto de Deus e não ser íntimo Dele, do que a sensação de estar “quase lá”, mas nunca alcançar o alvo ou do que perceber do que Ele é capaz, mas não se ter a convicção de quem Ele é e porque faz.

Há uma condição primária para a vida com Deus e essa é: amá-lo em primeiro lugar!Tudo só faz sentido à partir dessa condição. Tudo encontra seu devido lugar à partir do relacio-namento íntimo com o Criador, que agora é reconhecido como Senhor e Pai.

Enquanto não houver consciência do que seja amar a Deus em primeiro lugar, acima das preferências e desejos pessoais ou próprias expectativas individuais do que Deus deveria fazer, não haverá vida com Ele capaz de se perpetuar. Ou Ele está acima de tudo ou Ele não estará em lugar nenhum.

CARPINTEIRO


Um velho carpinteiro estava para aposentar-se. Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas e viver uma vida mais calma com sua família. Claro que ele sentiria falta do pagamento mensal, mas ele necessitava da aposentadoria. O dono da empresa sentiu em saber que perderia um de seus melhores funcionários e pediu a ele que construísse uma última casa como um favor especial. O carpinteiro consentiu, mas com o tempo ficou fácil perceber que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e se utilizou de mão-de-obra e matérias-primas de qualidade inferior.

CarpinteiroFoi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira. Quando o carpinteiro terminou o trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro. “Esta é a sua casa, meu presente para você.” Foi um choque, uma vergonha. Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente. Não teria sido tão relaxado. Agora ele teria de morar numa casa feita de qualquer maneira.

Assim acontece conosco. Construímos nossas vidas de maneira distraída, reagindo mais que agindo, desejando colocar menos do que o melhor. Nos assuntos importantes não empenhamos nosso melhor esforço. Então, em choque, nós olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que construímos. Se soubéssemos disso, teríamos feito diferente.

Pense em você como o carpinteiro. Pense sobre sua casa. Cada dia você martela um prego novo, coloca uma armação ou levanta uma parede.
Construa sabiamente. É a única vida que você construirá. Mesmo que você tenha somente mais um dia de vida, este dia merece ser vivido graciosamente e com dignidade.

Na placa da parede está escrito: “A vida é um projeto de você mesmo”.
Quem poderia dizer isso mais claramente? Sua vida de hoje é o resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado. Sua vida de amanhã será o resultado de suas atitudes e escolhas que fizer hoje.

EXEMPLO DE PAI


Quando Abraham Lincoln foi eleito presidente dos Estados Unidos, houve um forte constrangimento entre as classes dominantes. Afinal, ele era  filho de sapateiro e iria dirigir pessoas de famílias tradicionais.

Ao fazer seu primeiro discurso no senado, um político muito arrogante aproximou-se e disse: “Antes do Senhor começar, eu gostaria de lembrá-lo que o Senhor é filho de sapateiro”. E todos riram imediatamente. No fundo, todos queriam humilhá-lo, já que derrotá-lo não havia sido possível. Mas um homem como Lincoln é difícil de ser derrubado.

Ele, então, respondeu: “Obrigado por lembrar-me do meu pai neste momento. Eu procurarei ser um bom presidente tão bom quanto o
sapateiro que ele foi. Eu me lembro que meu pai sempre fez os sapatos de sua família, se os seus sapatos apresentarem algum problema, você pode trazê-los e eu os consertarei. Desde cedo aprendi a consertar sapatos e agora que meu pai é morto posso cuidar dos seus. Aliás, se algum de vocês, tiver um sapato feito pelo meu pai que esteja precisando de conserto pode trazer para mim. Mas de uma coisa estejam certos: eu não sou tão bom quanto ele”, e seus olhos se encheram de lágrimas ao
lembrar-se do pai.

Seja qual for a circunstância, o campeão sempre mantém o orgulho de si mesmo, de sua família e de seu trabalho.

Alguns homens acham que o sucesso deve ser medido pelo que temos e de onde viemos. Conheci meu pai apenas até os 12 anos quando faleceu e daí em diante fui ao encontro do meu verdadeiro PAI, DEUS…o PAI NOSSO…e descobri que enquanto muitos desonram seus pais achando que a forma de honrá-los é tendo algo para mostrar e deixar como herança física para os seus filhos, negligenciam o ensino mais importante…ser filho de Deus e ter orgulho disso mesmo quando as coisas não vão bem. Orgulhando-se das dificuldades que nos moldam que produzem caráter semelhante ao PAI. ME ORGULHO DA REVELAÇÃO DE SUA ESSÊNCIA MOLDANDO MEU CARÁTER COMO VERDADEIRO FILHO…ISSO PARA MIM É O SUFICIENTE SENHOR…obrigado Pai…

Alguns consideram que alguns pais, são bons homens para fazerem filhos, pois acreditam que o sofrimento e falta de algo são sinais de que este pai é apenas um bom reprodutor. Porém, muitos desses homens que dizem ter uma vida equilibrada e segura pelos bens que possui, mal conseguem manter seu próprio casamento, nem dar uma educação digna para seus filhos mesmo colocando na melhor escola. Nem mesmo levando todos os domingos para igreja conseguem evitar que seus filhos sejam pródigos dentro de suas casa e igreja. Homens mentirosos, mas não querem que seus filhos mintam… homens que não querem seus filhos no mau caminho, mas andam todos os dias no mau caminho. Homens que julgam outros pais por serem relapsos, mas não olham para dentro de sua casa para perceber sua negligência. Tem tudo e não tem nada para oferecer á suas famílias, pois são hipócritas…é claro que nem todos são assim, muitos têm tudo, mas não se baseiam no que tem para serem bons pais… pois suas vidas não estão pautadas no dinheiro, mas na integridade em ser como o PAI que revela seu traço mais forte… exemplo de vida e caráter.

Um dia ouvi algo muito interessante:

Deus seria um PAI péssimo se desse tudo que pedíssemos.

Assim, entendo que nem sempre ter é suficiente…o fundamental é ser. Quero ser um bom pai, como o SENHOR é para mim!

REFLEXÃO!

Será inútil dizer – “Pai Nosso” se em minha vida não tomo atitudes como filho de Deus.

Será inútil dizer  – “que estais nos céus” se os meus valores são representados pelos bens da terra.

Será inútil dizer – “santificado seja o vosso nome” se penso apenas em ser cristão por medo, superstição e comodismo.

Será inútil dizer – “venha a nós o vosso reino” se acho tão sedutora a vida aqui, cheia de supérfluos e futilidades.

Será inútil dizer – “seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu” se no fundo desejo mesmo é que todos os meus desejos se realizem.

Será inútil dizer – “o pão nosso de cada dia nos daí hoje” se prefiro acumular riquezas, desprezando meus irmãos que passam fome.

Será inútil dizer – “perdoai as nossas ofensas” “assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido” se não me importo em ferir, injustiçar, oprimir e magoar aos que atravessam o meu caminho.

Será inútil dizer – “e não nos deixais cair em tentação” se escolho sempre o caminho mais fácil, que nem sempre é o caminho de Deus.

Será inútil dizer – “livrai-nos do mal” se por minha própria vontade procuro os prazeres materiais, e se tudo o que é proibido me seduz.

Será inútil dizer  – “Amém” porque sabendo que sou assim, continuo me omitindo e nada faço para me modificar.

IMITAÇÃO BARATA!


Tem pastores que pedem para serem imitadores deles, mas não se dão o respeito! É claro que a palavra diz em Hb 13.7: “Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, ATENTANDO PARA A SUA MANEIRA DE VIVER.”…quando são exemplos de Cristo na Terra, mas quando são egoístas, maldizentes, interesseiros, covardes, inescrupulosos, corruptos, mentirosos, manipuladores, fingidos, mornos, pastores de si mesmos, sem relacionamento, sem vida, só estratégia. Imitá-los??? Jamais!!!

Acredito que na verdade esses que pedem para serem imitados, são imitações baratas de um verdadeiro cristão! Fariseus hipocritas legítimos, mas imitações baratas…pelo fruto se conhece a árvore, e quem disse que ganhar almas é fruto? Fruto do Espírito!!!!! Amor, gozo, paz, blá blá blá…que todos sabem, mas insistem em colocar todos para fazer, e vivem a custa do que os outros fazem. Sanguessugas! Faça-me o favor, vocês que querem ser imitados…contem outra!

Mateus 23:1-39

Então falou Jesus à multidão, e aos seus discípulos,

Dizendo: Na cadeira de Moisés estão assentados os escribas e fariseus.

Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem;

Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los;

E fazem todas as obras a fim de serem vistos pelos homens; pois trazem largos filactérios, e alargam as franjas das suas vestes,

E amam os primeiros lugares nas ceias e as primeiras cadeiras nas sinagogas,

E as saudações nas praças, e o serem chamados pelos homens; Rabi, Rabi.

Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi, porque um só é o vosso Mestre, a saber, o Cristo, e todos vós sois irmãos.

E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus.

Nem vos chameis mestres, porque um só é o vosso Mestre, que é o Cristo.

O maior dentre vós será vosso servo.

E o que a si mesmo se exaltar será humilhado; e o que a si mesmo se humilhar será exaltado.

Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que fechais aos homens o reino dos céus; e nem vós entrais nem deixais entrar aos que estão entrando.

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que devorais as casas das viúvas, sob pretexto de prolongadas orações; por isso sofrereis mais rigoroso juízo.

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que percorreis o mar e a terra para fazer um prosélito; e, depois de o terdes feito, o fazeis filho do inferno duas vezes mais do que vós.

Ai de vós, condutores cegos! pois que dizeis: Qualquer que jurar pelo templo, isso nada é; mas o que jurar pelo ouro do templo, esse é devedor.

Insensatos e cegos! Pois qual é maior: o ouro, ou o templo, que santifica o ouro?

E aquele que jurar pelo altar isso nada é; mas aquele que jurar pela oferta que está sobre o altar, esse é devedor.

Insensatos e cegos! Pois qual é maior: a oferta, ou o altar, que santifica a oferta?

Portanto, o que jurar pelo altar, jura por ele e por tudo o que sobre ele está;

E, o que jurar pelo templo, jura por ele e por aquele que nele habita;

E, o que jurar pelo céu, jura pelo trono de Deus e por aquele que está assentado nele.

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas.

Condutores cegos! que coais um mosquito e engolis um camelo.

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que limpais o exterior do copo e do prato, mas o interior está cheio de rapina e de iniqüidade.

Fariseu cego! limpa primeiro o interior do copo e do prato, para que também o exterior fique limpo.

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia.

Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas interiormente estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade.

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que edificais os sepulcros dos profetas e adornais os monumentos dos justos,

E dizeis: Se existíssemos no tempo de nossos pais, nunca nos associaríamos com eles para derramar o sangue dos profetas.

Assim, vós mesmos testificais que sois filhos dos que mataram os profetas.

Enchei vós, pois, a medida de vossos pais.

Serpentes, raça de víboras! como escapareis da condenação do inferno?

Portanto, eis que eu vos envio profetas, sábios e escribas; a uns deles matareis e crucificareis; e a outros deles açoitareis nas vossas sinagogas e os perseguireis de cidade em cidade;

Para que sobre vós caia todo o sangue justo, que foi derramado sobre a terra, desde o sangue de Abel, o justo, até ao sangue de Zacarias, filho de Baraquias, que matastes entre o santuário e o altar.

Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre esta geração.

Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste!

Eis que a vossa casa vai ficar-vos deserta;

Porque eu vos digo que desde agora me não vereis mais, até que digais: Bendito o que vem em nome do Senhor.

SENHORA SÁBIA


Uma senhora muito pobre telefonou p/ um programa de rádio pedindo ajuda. Um bruxo, q ouvia o programa, resolveu pregar-lhe uma peça. Telefonou p/ a rádio e obteve seu endereço. Chamou seus “secretários” e ordenou-lhes q fizesse uma grande compra e levassem p/ a mulher, com a seguinte orientação:
– Quando ela perguntar quem a estava presenteando, eles deveriam responder o diabo. Eles foram e a mulher os recebeu com alegria e foi logo guardando os alimentos na sua prateleira, mais não perguntou quem lhe havia enviando. Os “secretários” do bruxo, sem saber o q deveriam fazer, provocaram a pergunta:

– A senhora não quer saber quem lhe enviou estas coisas? A mulher, na maior simplicidade da sua fé, respondeu: – Não, meu filho. Não é preciso. Quando Deus manda, ate o diabo obedece!

IMPORTA PRIMEIRO…


Numa aula de filosofia, o professor queria demonstrar um conceito aos seus alunos. Para tanto, ele pegou um vaso de boca larga e dentro colocou, primeiramente, algumas pedras grandes. Então perguntou à classe:

– Está cheio?

Pelo que viam o vaso estava repleto, por isso, os alunos unanimemente responderam:

– Sim!

Então o professor pegou uma lata de pedregulhos e virou dentro do vaso. Os pequenos pedregulhos se alojaram entre os espaços das pedras grandes. Então ele perguntou aos alunos:

– E agora, está cheio?

Desta vez, alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu:

– Sim!

Continuando, o professor levantou uma lata de areia e começou a derramar areia dentro do vaso.

A areia preencheu os espaços entre as pedras e os pedregulhos. E, pela terceira vez, o professor perguntou:

– Então, está cheio?

Agora a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente muitos responderam:

– Sim!

Finalmente, o professor pegou um jarro com água e despejou o líquido dentro do vaso. A água encharcou e saturou a areia. Neste ponto o professor perguntou para a classe:

– Qual é o motivo desta demonstração?

Um jovem e brilhante aluno levantou a mão e respondeu:

– Não importa o quanto a agenda da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguirá espremer dentro, mais coisas!

– Não exatamente, respondeu o professor. O ponto é o seguinte: a menos que você, em primeiro lugar coloque as pedras grandes dentro do vaso, nunca mais você conseguirá colocar as pequenas lá dentro.    Vamos, experimente, disse o professor ao aluno, entregando-lhe outro vaso igual ao primeiro com a mesma quantidade de pedras grandes, de pedregulhos, de areia e de água. O aluno, começou a experiência colocando a água, depois a areia, depois os pedregulhos e por último, tentou colocar as pedras grandes.     Verificou surpreso, que elas não couberam no vaso. Ele já estava repleto com as coisa menores. Então, o professor explicou para o rapaz:

·As pedras grandes são as coisas realmente importantes da sua vida: seu crescimento pessoal e espiritual. Quando você dá prioridade a isso e mantém-se aberto para o novo, as demais coisas se ajustarão por si só: seus relacionamentos: (família, amigos), suas obrigações (profissão, afazeres), seus bens e direitos materiais e todas as demais coisas menores que completam a vida. Mas, se você preencher sua vida somente com as coisas pequenas, aquelas que são realmente importantes nunca terão espaço em sua vida. Recomece. É uma boa sugestão. Esvazie seus vasos (mental e emocional) e comece a preenche-lo com as pedras grandes. “Ainda há tempo e ainda é tempo”. Sempre é tempo de mudar as coisas.

Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.João 4:24

Confirmando os ânimos dos discípulos, exortando-os a permanecer na fé, pois que por muitas tribulações nos importa entrar no reino de Deus. Atos 14:22

Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens. Atos 5:29

E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros se manifestem entre vós. 1 Coríntios 11:19

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